COMENTARIO JUDAICO DO NOVO TESTAMENTO PDF

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Comentario Judaico Do Novo Testamento Pdf

Author:CLINT REMEDIES
Language:English, Dutch, French
Country:Vanuatu
Genre:Environment
Pages:226
Published (Last):28.03.2016
ISBN:405-2-79395-995-8
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Espada Cortante 1 - Orlando Boyer - Ebook download as PDF File .pdf) or read book online. David Stern - Comentário Judaico do Novo Testamento. LA TORA BERESHIT CON EL COMENTARIO momysufphypa.cf Uploaded by. Dário Silva · momysufphypa.cf David Harold Stern é um teólogo judeu. Ele é o terceiro filho de Harold Stern e Levi Marion Stern. O grande trabalho de Stern é a Bíblia Judaica Completa, sua tradução para o inglês do Tanakh e do Novo Testamento (ao qual os messiânicos refenciam pela frase Comentário Judaico do Novo Testamento: Um Volume que Acompanha o.

Meu entusiasmo em tornar a Bblia relevante foi temperado pela descoberta de que cada texto tinha um contexto. No contexto americano do sculo XX, s portas do sculo XXI, eu estava separado do contexto bblico por milhares de milhas e anos. Tornou-se claro para mim que, antes de aplicar a Bblia minha vida e poca, eu precisava entender a vida e as pocas originais s quais sua mensa gem se aplicava. Ento mudei-me para Israel, a fim de aprender mais direta mente sobre esse contexto, atravs do estudo da arqueologia bblica e, mais tarde, pelo trabalho de campo, em escavaes arqueolgicas.

Ali tive alunos que haviam crescido no sistema de educao pblica, sem acesso s Escrituras, e que ficavam admirados de ver o seu professor segurando a Bblia numa mo e um livro de arqueplogia na outra.

Creio que a admirao deles procedia da gradativa constatao de que a Bblia hist ria real e que fatos histricos esto com ela entrelaados. A popularidade da arqueologia bblica Em ntido contraste, enquanto entre os profissionais a arqueologia bblica pode estar agonizando, ela nunca foi to bem-sucedida como matria popular. O cidado mdio, quaisquer que sejam suas crenas, tem grande fascinao pela arqueologia, especialmente a da Bblia.

A proliferao de especiais com orienta o arqueolgica na TV, as novas sries que harmonizam a Bblia e a arqueolo gia, em canais a cabo, e os numerosos artigos de revistas sobre arqueologia bbli ca demonstram o elevado ndice de interesse pelo assunto. Se houver igual demanda da parte do povo junto aos seus rabinos, pastores ou padres, possvel que as instituies que treinam tais lderes reconsiderem seu currculo e os preparem para ensinar as Escrituras com o conhecimento que vem das pedras.

O pblico para o qual escrevi este livro, portanto, popular. Minha pers pectiva surge de uma elevada viso da Bblia chamada pelos arquelogos posi o maximalista , que acredita ser a corroborao histrica com o registro ar queolgico tanto possvel quanto prefervel.

Meu propsito, porm, no au tenticar a Bblia, que como documento arqueolgico prova em si mesma. Antes, pretendo demonstrar, por meio das pedras, que as Escrituras so confiveis. E as pedras nos apresentam um panorama da Bblia impossvel de ser contem plado por qualquer outra perspectiva. No planejei uma volta ao passado, e sim uma viagem luz do passado, para que esta iluminasse o presente.

Se meu esforo foi bem-sucedido, nossa viagem despertar em voc um profundo interesse, tanto pela histria do mun do quanto pela Bblia. Como Disraeli, voc tambm descobrir que os seus olhos e a sua mente estaro doendo em face daquela grandeza que nos ajuda a mensurar nossos momentos.

Randall Price Jerusalm Shavuot, Um convite para ouvir as oedras As pedras clamam, h muito silenciosas, desde antigas eras, descortinando agora, qual rolo escrito, a divina verdade em pginas empoeiradas. As pedras clamam, Contam, com voz poderosa, a sua histria, h muito escondida dos olhos do homem a divina verdade para esta hora. Uma das sete maravilhas do mundo antigo, ela ainda motivo de mistrio e controvrsia.

Sua altura espantosa, e cada pedra representava uma escalada em particular. A nica viso no caminho da subida a de milhes de blocos de calcrio. Quantos devem ter trabalhado a vida inteira ali sem ver outra coisa alm de pedras!

Ao chegar no topo, entretanto, a paisagem mudou. Desse ponto avantaja do, via-se de um ngulo indito o que sobrara do passado. Era possvel avistar os contornos do passadio que conectava a pirmide ao vale do Templo e s tumbas gigantes dos faranicos carros do Sol.

Podia-se tambm captar uma vista melhor do presente. Ali, estendendo-se pelo horizonte, estava a grande metrpole do Cairo, que como as areias circundantes havia avanado sobre a cidade-pirmide de Giz. A medida que meus sentidos eram contagiados pelo panorama diante de mim, comecei a imaginar o local da pirmide como um ponto imvel na pro gressiva marcha do tempo. Aquelas pedras, que haviam testemunhado o flores cimento e a queda do imprio egpcio, j contavam mil anos quando Abrao passou por elas para reclamar a sua herana em Cana.

Eram um smbolo de refgio nos dias de Jos, quando ele trouxe seu pai, Jac, e os filhos deste para viverem sua sombra. As pirmides testemunharam a opresso dos israelitas e o xodo sob Moiss.

Elas presenciaram o profeta hebreu Jeremias ser levado cati vo de sua terra, Jud, e observaram o infante Jesus fugir do rei Herodes. Se pudessem falar, quantas histrias nos contariam! De certa forma, porm, as pedras realmente contam histrias. A Bblia usa o simbolismo das pedras falantes para lembrar-nos de que Deus deixou teste munhas de suas obras. No caso dos babilnios, cegos para a sua prpria destrui o, o profeta Habacuque escreveu: Porque a pedra clamar da parede, e a trave lhe responder do madeiramento Hc 2.

Quando os lderes religio sos tentaram silenciar aqueles que exaltavam a entrada messinica de Jesus na rochosa Jerusalm, Ele retrucou: Digo-vos que, se estes se calarem, as prprias pedras clamaro Lc Hoje, tambm, se os homens recusarem o teste munho da Palavra, ainda existe o das rochas. Como disse o salmista, a verdade brotar da terra SI Ali, de p sobre uma das maiores relquias arqueolgicas do mundo, pude ver coisas at ento para mim despercebidas.

O passado ganhou uma nova perspectiva, e o presente foi visto sob uma luz mais intensa. Desde ento, a minha experincia tem comprovado a veracidade dessa viso, gra as s evidncias desenterradas da Bblia.

Mas, a despeito de minha experi ncia, da arqueologia que provm o melhor testemunho da obra de Deus revelada em sua Palavra. No deveramos ento escalar essa pilha de tesou ros temporais e obter uma viso realada das coisas eternas? Por acreditar que esse um objetivo louvvel ou mesmo uma santa misso , esforo-me neste livro para lembrar, mais uma vez, como as pedras podem efetivamente falar.

E falam tanto que tive de ser seletivo nas histrias que retirei das pedras. Meu esforo tambm foi o de narr-las to claramente quanto possvel, a fim de que fossem acessveis a um maior nmero de pessoas. Por essa razo, esta obra direcionada aos no especialistas. Tentei ainda dar voz aos arquelogos profissionais, registrando suas declaraes nas entrevistas que constam deste trabalho. Estou consciente de que todo livro sobre arqueologia, em virtude das cons tantes escavaes e descobertas, corre o risco de se tornar ultrapassado antes de sua impresso.

Todavia, o enfoque categrico aqui no dado s pedras, mas s Escrituras, cujas verdades no podem ser diminudas pelo tempo. Por isso alguns especialistas no campo podem pensar que superestimei o valor de seus achados. Todavia, a ns, que temos como base as Sagradas Escrituras, sobejam razes para entusiasmo aps o trmino de cada escavao.

Porque conhecemos e cremos num Deus que no s conduz a histria como s vezes intervm no seu curso. E analisar as pedras matizadas pela histria chegar mais ] da realidade daquEle que era, que e que 1 vir. Quer voc compartilhe desse entusiasmo, no, convido-o a juntar-se a mim para om pedras falarem mais uma vez.

Isso o conduz novas alturas. Eu prometo! Randall Price esc a 2. Price no topo da Grande Pirmide. P arte 1 O que a arqueologia pode comprovar A aventura da arqueologia Revelando os segredos das eras passadas Eu creio na p.

Ela sustentou as tribos da humanidade. Ela forneceu-lhes gua, carvo, ferro e ouro. E agora ela est lhe revelando a verdade verdade histrica, cujas minas nunca haviam sido abertas, at o nosso tempo. Descobertas arqueolgicas esto brotando por todo o mundo, mais rpido do que os nossos jornais podem in formar.

E so boas as notcias para os estudantes das Escrituras: grande parte dos achados est ajudando, como nunca antes, na compreenso da Bblia. Para ilustrar o quanto e quo rpido o passado est invadindo o presente, aqui esto apenas algumas das maravilhosas descobertas, com relevncia para a Bblia, feitas at a poca deste escrito, no incio de Uma cmara escondida foi descoberta no vale do Rei Luxor, Egito prximo tumba do famoso rei Tut.

Ela pode ser o lugar do sepultamento do primognito do fara Ramss II. Se for correta a teoria de que era ele o fara do xodo, ento seu filho foi morto na ltima praga ordenada por Moiss.

Sob as ondas da costa de Alexandria, Egito, milhares de artefatos dos anos a. Outras descobertas incluem palcios reais de figuras famosas como a rainha Clepatra, Jlio Csar e Marco Antnio. Os primeiros trabalhos de traduo levaram ao anncio de que o texto pode finalmente conter a identidade h muito procurada dos enigmticos habirus, povo que alguns acreditam estar relacionado aos hebreus bblicos. H muito enterrado pelas areias do deserto, seu antigo curso pde ser traado pelo satlite no leito de Farouk El-Baz, que corre de Hijaz, no Oeste da Arbia, at o Kuwait.

Esse rio, junto com os bem conhecidos Tigre e Eufrates, ajuda a definir a localizao do jardim do den na Bblia Gn 2. J ouviu falar nos misteriosos essnios?

Cinqenta tumbas descobertas recentemente em Beit Safafa, sudoeste de Jerusalm, podem ser a primeira evidncia dessa comunidade perdida. As tumbas de Jerusalm so do mesmo perodo e exatamente iguais s de Qumran. Esse achado pode ser o elo que faltava entre Jerusalm e Qumran, resolvendo finalmente o enigma da autoria dos manuscritos do mar Morto.

Se esses relatrios so insuficientes para entusiasm-lo, talvez seja porque notcias desse tipo esto cada vez mais comuns nesta era de redes de informao 24 horas e de variados programas educacionais de televiso. Para realmente apre ciarmos as revelaes arqueolgicas de nossos dias, ser preciso fazer uma pequena viagem poca em que tais informaes eram desconhecidas para o mundo.

O mundo do passado estava amplamente esquecido, exceto pela procisso histrica de nomes antigos de pessoas e lugares, mas no havia qualquer evidncia fsica de que eles realmente houvessem existido. Tpi ca daquele tempo era a observao de Herder: No Oriente Prximo e no vizinho Egito, tudo que dos tempos antigos nos parece runas ou um sonho que desapareceu [ Assim, tudo se restringe a algumas folhas desgastadas que contm histrias sobre histrias, fragmentos de histria, um sonho do mundo anterior ao nosso.

A Bblia era o nico testemunho a respeito dela prpria. De um lado, o leitor era abenoado por suas verdades, ainda que de outro lado ele fosse freqentemente deixado a perguntar-se acerca dos lugares e eventos nela registrados. Havia, lgico, muitas fontes de literatura antigas comen trios sobre a histria antiga e bblica, como o Talmude, Josefo e os escritos greco-romanos , mas estavam disponveis somente para quem fosse treinado em literatura clssica.

Os demais tinham de contentar-se com a sua f e imagi nar o mundo bblico sem nenhuma outra referncia alm do mundo no qual viviam. E, mesmo para os especialistas, o passado era um quadro nebuloso e imaginrio. O fato de o passado aparentemente no ter nada a oferecer gerou uma apropri ada ilustrao da mortalidade do homem e uma ponderao filosfica sobre a sua transitoriedade.

Foi com essa atitude mental que Dunsany escreveu o seu contemplativo solilquio: Foi a aranha que falou: O trabalho do mundo construir cidades e palcios. Mas no para o homem. O que o homem? Ele apenas prepara cidades para mim e as aperfeioa. Leva de dez a cem anos para construir uma cidade e por mais quinhentos ou seiscentos a aprimora, e fica preparada para mim. Ento passo a habit-la, e me escondo de tudo o que feio e fao belos fios sobre ela, de um lado para o outro [ O trabalho do mundo a construo de cidades, e eu herdo todas elas!

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Desenterrando o passado A arqueologia, no entanto, humildemente reclama essa herana para o ho mem. Ela espanta as aranhas do tempo e ressuscita a glria desvanecida do passado para que uma gerao a entenda e aproveite. Sob alguns aspectos, ela tambm repeliu algumas noes cticas concernentes Bblia, que alcanaram popularidade com a invaso da Alta Crtica, h mais de um sculo.

Esse avano tornou-se possvel graas ao trabalho da p, quando comearam a vir luz pers pectivas do mundo da Palavra. Na verdade, como orgulhosamente declarou o professor William Foxwell Albright, deo da velha escola: descoberta aps des coberta [a arqueologia] tem estabelecido a exatido de inumerveis detalhes e trazido reconhecimento crescente ao valor da Bblia como fonte de histria. Dcadas atrs, o Dr. Donald J.

Wiseman podia gabar-se de que a geografia das terras bblicas e resqucios visveis de antigidade foram gradualmente registrados, at hoje: mais de 25 mil stios dentro dessa regio e datando dos tempos do Antigo Testamento, em seu mais amplo sentido, foram localizados.

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Com tal abundncia de artefatos e com outros vindo tona o tempo todo difcil, se no impossvel, para ns estudantes das Escritu ras nos mantermos atualizados quanto a cada item que tenha relevncia bblica. Contudo, livros como este so uma tentativa, uma proposta de jornada ao bero da Palavra as terras, as lnguas e o ambiente do Livro dos livros.

Para iniciarmos nossa viagem, faz-se necessrio um entendimento bsico do assunto. O que arqueologia bblica? A palavra arqueologia deriva do termo grego archaiologa, que significa estudo das coisas antigas [ou arcaicas]. Os gregos usavam a palavra arqueolo gia para descrever antigas lendas e tradies. A primeira meno conhecida em ingls data de , usada numa referncia ao conhecimento sobre o Israel antigo com relao a fontes de literatura como a Bblia.

Ento, no sculo XIX, quando comearam a ser desenterrados artefatos dos tempos bblicos, a palavra foi a estes aplicada excetuando-se os documentos escritos. Portanto, a arqueologia est ligada Bblia desde o comeo. E lioje en tendida como um departamento da pesquisa histrica que busca revelar o passado por uma recuperao sistemtica de seus resqucios. Todavia, medida que a arque ologia se desenvolveu como cincia e as escavaes alcanaram terras alm das que tm relevncia bblica, surgiu a necessidade de se cunhar um termo mais exclusivo.

E assim, como uma disciplina distinta em um campo mais extenso, nasceu a arque ologia bblica a cincia da escavao, decifrao e avaliao crtica dos registros de materiais antigos relativos Bblia. O nascimento da arqueologia bblica A arqueologia nasceu quando os homens comearam a querer recuperar materiais do passado. Os primeiros arquelogos, se que podemos cham-los assim, foram os ladres de tumbas, que pilhavam os sepulcros da Antigidade geralmente no muito tempo depois de serem selados.

Apesar do risco de acabar preso numa tumba com os cobiados tesouros e da morte a que estava sujeito o ladro aprisionado, a profisso aparentemente floresceu. A maioria das grandes tumbas do passado descobertas em nosso tempo j haviam sido visitadas por aqueles profissionais. Quando em tempos relativamente modernos o passado comeou a ser ex plorado por aventureiros europeus, relquias e souvenires eram levados para casa com o propsito de encantar amigos e conquistar fama.

Logo os caadores de fortuna comearam a proliferar, navegando para terras distantes em busca de ri quezas que imaginavam estarem espera deles nas vastas minas sem dono que eram as antigas runas. As escavaes desses mercenrios destruam material em proporo idntica dos achados. Outros, porm, com um esprito diferente, comearam a registrar as suas observaes em pinturas e desenhos, que, apesar do romantismo, traziam notcias de terras e culturas havia muito esquecidas.

Seu interesse pela arqueologia era evidente, considerandose a maneira como se dirigiu s tropas francesas aps ter invadido o Egito: Do alto destas pirmides, cinqenta sculos vos contemplam!

No sculo se guinte, outros americanos, como Edward Robinson e Eli Smith, juntaram-se a um grupo de eruditos da Inglaterra, Sua, Frana, Alemanha e ustria para publicar plantas topogrficas, mapas detalhados e resultados de rduas escava es nas terras bblicas.

As primeiras expedies arqueolgicas, executadas com altos custos, foram quase todas financiadas por pessoas cujo principal interesse era a Bblia. Assim, na maioria das vezes, o progresso da arqueologia como um todo deveu-se ao impulso da arqueologia bblica. Quaisquer que tenham sido as motivaes, todavia, esses descobridores das fronteiras arqueolgicas abriram caminho para um desenvol vimento mais cientfico da disciplina em benefcio de todos ns.

Tornando a histria tangvel Como j mencionei, antes do nascimento da arqueologia ningum tinha realmente idia de como era o mundo da Bblia. As concepes eram puramen te imaginrias. Como conseqncia, os comentrios da Bblia eram recebidos N.

No que as pessoas rejeitassem a Bblia como verdade. Mas o mundo da Bblia lhes parecia um planeta diferente, e seus personagens, uma populao aliengena cuja aparncia e maneira de viver assemelhavam-se mais ao universo dos sonhos que realidade. Lembro-me de como fiquei chocado ao visitar pela primeira vez a Terra Santa.

A concepo que eu tinha de um Jesus vestido de linho branco a passear sobre tapetes de grama viridente, tal como se via nos flanelgrafos, evaporou-se diante da realidade. As relquias diante de mim, resgatadas nas escavaes e o material exposto nos vrios museus da Terra Santa mudaram muitas de minhas idias preconcebidas.

William Hendriksen - Comentário Do Novo Testamento - Mateus - Volume 1

O mundo que eu construra em minha imaginao ia se dissipando medida que os fatos que tambm diziam respeito minha f me eram apresentados. E, passada a surpresa inicial, a arqueologia despertoume para uma realidade: eu no tinha mais desculpas para justificar um compor tamento diferente do apresentado pelos heris da f! Sim, porque eles tambm foram pessoas reais, vivendo num mundo real e conhecendo as mesmas preocupaes e dvidas com as quais eu me deparava.

E, se a f por eles manifestada desenvolvera-se num mundo real, ento nada me escusava de ser diferente. E essa convico tornou-se mais forte medida que, ao logo dos anos e das sucessivas descobertas arqueolgicas, os contornos do mundo bblico real se faziam mais ntidos diante dos meus olhos.

A arqueologia revelou as cidades, palcios, templos e casas dos que con viveram com os indivduos cujos nomes aparecem nas Escrituras. Tais des cobertas nos possibilitam declarar, como o apstolo Joo: O que era desde o princpio, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mos tocaram da Palavra da vida [ Coisas palpveis podem assistir a f em seu crescimento.

A arqueologia traz luz os remanescentes tangveis da histria, permitindo a criao de um contexto razovel para o desenvolvimento da f. Permite tambm que fatos a sustentem a confirmao da realidade dos personagens e eventos bblicos.

Assim, cticos e santos podem, do mesmo modo, perceber a mensagem espi ritual arraigada histria. O arquelogo Bryant Wood, diretor da Associates for Biblical Research Associados para Pesquisa Bblica , comenta o assunto ao discorrer sobre a descoberta do nome Casa de Davi numa coluna de Tel D c f captulo 9 : Sabemos que [Davi] uma figura histrica porque ele mencionado na Bblia, mas isso no suficiente para os eruditos.

Eles precisam de evidncia extrabblica.

Ento a arqueologia bblica pode desempenhar um importante papel, verificando a verdade das Escrituras em face da crtica que hoje recebemos da moderna erudio.

Os arquelogos do cinema so em parte eruditos e em parte super-homens, capazes de saltar abis mos flamejantes para resgatar fantsticos tesouros. Mas a arqueologia, em sua busca pelo passado, segue um caminho diverso. Ela metodolgica e freqente mente secular. Mesmo assim, ainda uma aventura quando nos transporta ao passado e nos desafia a mudarmos nossa perspectiva do presente.

Nessa aven tura, s vezes somos forados a substituir opinies particulares por fatos concre tos da histria e a encarar, quem sabe pela primeira vez, a realidade da Palavra. E, luz dos incessantes reclamos dos crticos, a arqueologia nos contempla com respostas adequadas a esta era tecnologicamente abenoada mas teologicamente falida. O verdadeiro negcio da arqueologia estabelecer marcos factuais no mundo da Biblia para guiar os intrpretes.

A vantagem que agora temos acesso a um imenso estoque de informaes, indisponveis em pocas anteriores. Por exemplo, enquanto os arquelogos escavam incessantemente em busca de mais respostas , o pblico em geral pode navegar por uma multido de pgi nas arqueolgicas na Internet.

Somente atravs do banco de dados da Israeli Antiquities Authority Autoridade em Antigidades Israelitas , arquelogos de poltrona podem acessar as mais de cem mil relquias descobertas no Estado de Israel desde ! Constam entre as descobertas mais significativas aquelas com inscries, pois permitem acesso imediato ao conhecimento do passado. Inscries no so encontradas com muita freqncia, no entanto algumas tm sido de grande auxlio para a compreenso dos registros bblicos.

O poder da palavra escrita Assim dever ser escrito Palavras escritas tinham grande importncia para os antigos. Eles acredita vam que as palavras carregavam consigo uma fora capaz de realizar a vontade de quem falava. DeMille, destaca-se nas cenas cruciais do filme o pronunciamento: Assim dever ser escrito O roteirista utilizou a frase de forma apaixonada para enfatizar o contraste entre a palavra da terra e a que do cu. O fara vale-se da frase para selar um decreto proferido contra Moiss e Deus.

Todavia, a frase, quando utilizada pelo fara, no tem poder algum: ele e seus deuses so sempre derrota dos por Moiss. Em contrapartida, Deus a utiliza de maneira poderosa. Moiss a pronuncia contra o fara, e o rei descobre que no pode fazer nada alm de aceitar o seu destino. No caso de algum ponto ser perdido, a cena final do filme refora o poder da Palavra de Deus, mostrando um quadro da Bblia sobre o qual a frase majestosamente sobreposta.

So como vozes do mundo antigo, raramente com preendidas, contudo falam alto queles experimentados em ouvi-las. Os pro fissionais treinados para ler tais escritos so chamados epigrafistas de uma pala vra grega que significa escrito em cima; as relquias escritas so chamadas inscries , de uma palavra latina que significa escrever em cima.

Assim como a escrita moderna preservada em materiais que variam do CD ao carto postal, tambm as inscries do mundo da Bblia chegaram at ns impressas nos mais diferentes objetos.

E, tal como hoje, podem apresentarse sob as mais diversas formas, desde um trabalho escolar infantil at revelaes religiosas. Desse modo, importantes pronunciamentos e documentos foram pre servados nos mais resistentes materiais.

As vezes, a escrita aparece sobre metal, porm, exceto pelas moedas, os metais eram reservados para textos e propsitos especiais. Por exemplo, a poro mais antiga que temos da Bblia a dos rolos de prata tirados de uma tumba no vale de Hinom. E um registro de valor ines timvel, que aponta o local onde foi enterrado um tesouro, est preservado no Copper Scroll Rolo de Cobre , um dos rolos do mar Morto. As inscries mais bem preservadas do mundo bblico encontram-se em artefatos de pedra ou argila.

Inscries em pedra so geralmente monumen 3. Escriba egpcio em posio de escrever a. Os tamanhos variam desde os enormes obeliscos, painis egpcios e esttuas aos pequenos e alongados cilindros usados para registro na Mesopotmia. Contrariando a concepo hollywoodiana, os Dez Mandamentos encaixam-se na ltima categoria.

Eles foram provavelmente escritos sobre placas ou tabletes de pedra mais ou menos do tamanho de uma mo humana. As inscries em argila esto geralmente associadas a comunicaes diplo mticas e arquivos arqueolgicos.

Todavia, sendo a argila um material barato e durvel, era tambm usada para outros propsitos, como inventrios ou con troles econmicos. Aparecem na maioria das vezes gravadas em pequenos tabletes retangulares, sendo a forma de escrita mais antiga a que se parece com uma srie de cunhas interligadas da o nome cuneiform e.

Outro tipo de artefato em argila usado para a escrita comum eram os pedaos de cermica ou fragm entos. O termo tcnico para os fragmentos que contm escritos ostraca. As inscries encontra das nesses fragmentos so geralmente cunhadas ou escritas com tinta obtida por uma combinao de carvo, goma-arbica e gua.

A literatura sagrada ou de outra ordem, bem como cartas particulares e comerciais, eram escritas com tinta em folhas de material quase equivalente ao nosso papel, como por exemplo o pergam inho feito de peles de animais, quase sempre de bode ou de ovelha, devidamente preparadas.

Havia tambm o velino, feito de pele de bezerro. O material mais utilizado era feito do junco que crescia nos pntanos ao longo dos rios: o papiro, que tambm era o nome da planta. De constituio mais delicada, documentos em papiro s se conservam sob condies excepcionais. Eles tm sido encontrados apenas em reas secas ou guardados em vasos dentro de cavernas como as da regio do mar Morto. H mais de um sculo, as provas literrias, ao lado de uma vasta quantida de de outros materiais, vm construindo um impressionante arsenal de evidn cias em favor da historicidade da Bblia e de uma crescente iluminao do texto sagrado.

Consideremos agora a valiosa contribuio desses artefatos arqueolgi cos aos estudos bblicos. O valor da arqueologia para a Bblia A arqueologia, com relao Bblia, presta-se a confirmar, corrigir, esclare cer e complementar a mensagem teolgica contida no texto sagrado.

Uma vez que a Palavra foi anunciada humanidade em lugares e tempos especficos, 4. Texto cuneiforme, Museu Asmoleano, Oxford, Inglaterra.

Ostraca fragmentos em cermica com escritos de Arade. E, quanto mais claramente percebermos o significado ori ginal da mensagem, conforme comunicada ao mundo antigo, tanto melhor poderemos aplicar suas verdades eternas s nossas vidas, no mundo moderno.

A arqueologia ajuda-nos a entender esse contexto, de modo que a verdade teolgi ca no seja mal interpretada ou aplicada indevidamente. O professor Amihai Mazar, diretor da Universidade Hebraica no Instituto de Arqueologia de Jeru salm, declara-nos esse propsito: Penso que a coisa mais importante que temos de entender que a arqueologia a nossa nica fonte de informao vinda diretamente do perodo bblico [ A arqueologia faz emergir das pedras uma nova certeza a respeito da Bblia, que vem agregar-se convico de que j possumos pelo Esprito.

Seu valor apologtico, o qual desde o incio da cincia arqueolgi ca contribuiu tanto para instigar quanto para patrocinar as escavaes.

Introdução ao novo testamento d. a. carson, douglas j. moo & leon morris

Apesar do recente distanciamento, nos crculos arqueolgicos, das qualidades confirmatrias inerentes s evidncias extradas da terra, a maioria dos eruditos ainda atesta a significativa concordncia entre as pedras e as Escrituras. The key questions that 2 guide this research are: What did early Christians believe about the fate of souls after death? What did they think about the eschatological destiny of human and spiritual creatures?

What do early Christian texts tells us about Jesus' fate during the three days he was dead? In order to gain more precise answers to these questions, this research consults the book of 1 Enoch whose traditions were very influential to nascent Christianity.

Places of Torment Von Allmen , p. However, for the bad it can become a place of torture. Stern shares a similar thought , p. Well, basically everything!

The conceptualization is the same, with minor structured variations. All these authors define Hades as the destiny of all souls, whether good or bad. The problem is that such definitions do not apply to the New Testament. These concepts were borrowed from Greek mythology and used to define the Jewish mindset, causing obscurantism on the subject. For the Greeks Hades was the homeland of the dead - whether good or bad - that was ruled by the god Hades namesake.

It was believed that the place was situated in the lower world, that is, below the surface of the earth.

When someone died she or he was led by the emissary of the gods called Hermes to that place. When we study the context of the passages in the NT where the word Hades appears, it seems that, in all cases, it is associated with punishment. All episodes contain a tone of threat against those who have not lived a righteous life. Below are texts where we find the word Hades in the KJV1: 1 In this article we use the KJV because it represents well the translations made until the early twentieth century.

The same occurs with the NRSV. The fact remains that even with the newer translations this issue requires clarification. And power was given unto them over the fourth part of the earth, to kill with sword, and with hunger, and with death, and with the beasts of the earth. This is the second death. In all cases, Hades is presented as a place of punishment, a place where people do not want to be. Another finding is that at no time does the word carry the idea of burial.

A careful study of the word in its literary contexts reveals that "Hades" in the New Testament writings does not refer to a place in this world, but to realms belonging to the beyond.

The writers of the New Testament believed it was the place reserved for the souls of the dead who did not live righteously before YHWH. This understanding can be seen in the 4 episode of the rich man and Lazarus in Luke 16, where we find the word Hades referring to the place of torment for the rich man Luke Lazarus, however, went to Abraham's bosom, a place of joy, rest and delight.

Interpreting "Hades" as a dwelling of souls of the good and bad is a Greek idea also held by ancient Israelites that does not fully comply to the beliefs of certain Jews in the first century who viewed the beyond and afterlife along the lines found in the book of I Enoch.

In the book of I Enoch we can find a text that point to this tradition: Then I asked regarding all the hollow places, why they were separated one from the other. And he answered me and said, 'These three were made that the spirits of the dead might be separated. And this has been separated for the spirits of the righteous, where the bright fountain of water is.

I Enoch 2 The concept of Hades in the Christian tradition, in its beginnings, was a place of punishment, preceding eternal damnation for those who lived far from God. In other words, Hades was a place of anguish for those who rebelled against the will of YHWH, a temporary place where their spirits would experience torments until the expected Day of Judgment.

In the book of Acts it occurs eight times, indicating that it was a favorite word of Luke. In Acts , Luke tells that Jesus went to Hades, which shows that early Christians believed that Jesus, as a substitute, would have known the place of torment for sinners.

Likewise, when Jesus says to Peter that the gates of hell Hades would not prevail on his church Matt. In other words, what Jesus said was: Hades will not receive the souls of his disciples.

These words - the gates of hell will not have power over my church - were a great source of hope for early Christians, who believed that Jesus had the keys of Hades in his hands and never would open those doors for his people. And I hold the keys of death and Hades. This word appears in the book of Matthew, Mark, Luke and James. Christians 2 Nickelsburg, G. The basic differences in the primitive tradition between "Hades" and "Gehenna" concerns duration, status, and purpose.

While the stay in Hades is of limited duration, from the death of a person who did not fear YHWH until the Day of Judgment, Gehenna is of eternal duration, starting after the trial and conviction of the culprits. The second difference involves the state of the person: Hades is the space for the soul and Gehenna for soul in a bodily state John Regarding purpose, Hades is presented as the place of punishment for the souls of human beings, while Gehenna is perceived as punitive place for human, angels, and Nephilim the sons of angles.

Let us look at all the texts than human beings and disobedient spirits. It generally speaks of "the body being thrown into hell Gehenna ", "to destroy the body" and "coming doom. Taking these considerations we deduce that the term "lake of fire" and "second death" occurring in Revelation refer to Gehenna. The same applies to the expression "eternal fire" that occurs in Matthew The answer is provided by the context of the narrative itself: the author did not have in mind a place of torment for humans, nor was he speaking of the final judgment i.

He meant to describe a place of torment for angels. For ancient Jews, based on the book of I Enoch, this realm was reserved for angels.Uma das primeiras cenas que vi estava num esboo, datado de , que representava um homem, obviamente rico, de p na escada porta de sua manso.

May 07, Aw. Together with a Reprint of the Greek Fragments. Curar um leproso era. Commentary on the Greek New Testame Page and Nessa passagem a Page and E, por isso, e Page and Mosheh, muito embora fosse um arcan Page and

SHONA from Champaign
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